segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A VALORIZAÇÃO DO AXÉ.



Porta-voz das sacerdotisas de matriz africana da Baixada Fluminense, Mãe Torody D´Ogum, saudou Olorum por ter designado uma mulher negra à frente da Seppir, ao resgatar o poder feminino nas culturas africanas. “O que queremos, porque nem sempre podemos falar, é resgatar tudo aquilo que foi apreendido no Rio de Janeiro e pertencia ao nosso povo e termos mantidas as cestas distribuídas nas nossas casas de axé”, ressalva a religiosa por tratar-se de um direito do povo de santo.
A ministra reafirmou, como compromissos os pleitos das religiosas de matriz africana, o resgate do acervo concentrado nos arquivos da Polícia Militar do Rio de Janeiro por considerá-lo patrimônio nacional, mais a continuidade e a ampliação das cestas básicas distribuídas para as comunidades de terreiro em todo o país.

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